domingo, 20 de abril de 2014

Como Estrelas na Terra...

"Importar-se. Isso é essencial. Tem poder de curar feridas. Um bálsamo para a dor. A criança se sente querida.Um abraço, um beijo de afeto aqui e ali. Filho, eu te amo. Se você tem medos, venha aqui. Se você cair, falhar, estarei ao seu lado. Segurança. Carinho. Isso é importar-se, não é?"



Não sei quando foi que me recomendaram esse filme. Eu salvei nos favoritos e por lá ficou um bom tempo. Ontem eu resolvi assistir. O filme tem 'só' quase 3 horas de duração... huheuheuehu E nas 'críticas' do filme, dizem que até a metade é um filme morno, sem graça... Bom. Eu não achei. Me emocionei MUITO do início ao fim do filme, foram pelos menos 1:30hs chorando.

O filme conta a história de Ishaan Awasthi, um menino de 9 anos que sofre com a insensibilidade do pai, que o taxa como indisciplinado, preguiçoso e... bom, tudo o mais.
Depois de conversar na escola do menino, saber que provavelmente ele repetirá novamente o terceiro ano, o pai decide levar o menino para um internato, onde a filosofia é "disciplinar cavalos selvagens". Com a distância forçada da mãe e do irmão, o repúdio do pai e a falta de apoio dos professores, Ishaan começa a ficar deprimido, para de conversar, de brincar, escrever ou desenhar...
Um professor substituto de Artes percebe a apatia de Ishaan e busca informações sobre o aluno para tentar ajudá-lo. Descobre, então, que ele não consegue ler pois as letras "dançam" no papel. O professor analisa seus cadernos, vai até a casa de Ishaan, descobre seus desenhos e descobre seu 'problema': DISLEXIA.
O professor decide ajudar o menino, usando um método diferenciado para que Ishaan pudesse conhecer as letras.

"O educador consegue mobilizar a escola a respeito da diversidade que existe na sala de aula, mostrando que é possível fazer com que o aluno desenvolva sua capacidade de aprendizagem a partir da compreensão e do incentivo do educador.
O filme mostra uma lição de vida. Um garoto que foi tratado com respeito por um professor, que soube valorizar e entender as diferenças, usa como forma de expressão a arte, incentivando-o e mostrando-o que seu problema pode ser superado e que sua deficiência não o tornava diferente dos outros. A dislexia é uma doença que está longe de ser solucionada, e o que salvou o garoto não foi a descoberta da doença, mas sim os novos métodos utilizados pelo educador, fazendo com que o menino aprendesse a lidar com sua diferença." daqui

A frase lá em cima é dita pelo professor, quando o pai vai até a escola para dizer que procurou na internet tudo sobre a dislexia, pra q o professor soubesse que eles (família) se importam...
 

O filme é lindo! É muito emocionante, triste e tbm alegre. Faz a gente pensar em bastante coisa... mexeu muito, muito, muito comigo...
Apesar das 2 horas e 42 minutos de filme, eu digo: ASSISTA! Não deixe de ver. É uma lição e tanto!!!

2 comentários:

DMulheres disse...

Telma

Boa indicação, nunca mais assisti um filme assim, que mexa comigo.
Já está anotadinho.]

beijos,
Shyela.

Pepa disse...

Oi Telma, é a Vi, vou guardar no Pinterest pois vou assistir, pelo que você contou devo gostar muito e chorar muito também, pois ser rejeitado pela família deve ser muito difícil.
Muitos beijos,Vi